Ilha de Paquetá - Blocos.
Carnaval de rua
DIA 17 – SEXTA – 14H – BLOCO DAS CRIANÇAS DO PREVENTÓRIO RAINHA DONA AMÉLIA
Na Praça Bom Jesus do Monte
Informações: 3397 0019 com Helen ou Ana – Assistência Social
DIA 17 – SEXTA - 20H – DR LACERDA EM FRENTE AO BAR DO ZARUR
– FESTA DE ABERTURA DO CARNAVAL DE RUA DE PAQUETÁ
DIA 18 – SÁBADO – 12H – CORSO DAS BURRINHAS
Concentração Rua Dr Lacerda em frente ao Bar do Zarur
DIA 18 – SÁBADO – 12H – BLOCO DO SERRAGEM’S – PAQUETÁ ESPORTE CLUBE
Concentração a partir das 12h, saída às 15h.
DIA 19 e 21 – DOMINGO e TERÇA – 16H – BLOCO DOS COQUEIROS – PRAIA DOS COQUEIROS
DIA 19 e 21 – DOMINGO e TERÇA – 17H – BLOCO DO TANQUE
– PRAIA JOSÉ BONIFÁCIO, ESQUINA COM RUA MANOEL DE MACEDO
DIA 19 – DOMINGO – 18H – BLOCO TOMA UMA – CONCENTRAÇÃO AO PÉ DO MORRO DO BURACO
DIA 19 – DOMINGO – 22H – BLOCO VALENTES GUERREIROS
– RUA FURQUIM WERNECK ESQUINA COM PRAIA JOSÉ BONIFÁCIO
Desfile em homenagem ao Unidos de São Roque.
DIA 21 – TERÇA – 18H – BLOCO FECHA BAR – CONCENTRAÇÃO NO BAR NATIVA – PRAIA JOSÉ BONIFÁCIO
Paquetaense
Informação e curiosidades.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
REAJUSTE DE TARIFA - Barcas Ilha de Paquetá.
REAJUSTE DE TARIFA - Barcas Paquetá.
A partir de 1º de março de 2012, entrará em vigor a nova Tarifa Aquaviária de Equilíbrio: Saiba mais em PRAÇA XV - PAQUETÁ- PRAÇA
Veja os Horários das barcas Rio-Paquetá, Paquetá-Rio,
A partir de 1º de março de 2012, entrará em vigor a nova Tarifa Aquaviária de Equilíbrio: Saiba mais em PRAÇA XV - PAQUETÁ- PRAÇA
Veja os Horários das barcas Rio-Paquetá, Paquetá-Rio,
A palavra "coisa" é um bombril do idioma.
A palavra "coisa" é um bombril do idioma.
Tem mil e uma utilidades.
É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre
sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas:
gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio.
Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar".
E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado.
Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio.
"E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios"
(Riacho Doce, José Lins do Rego).
Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa
tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta:
"Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já."
E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista:
Oswald de Andrade escreveu a crônica "O Coisa" em 1943.
A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas,
e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais , todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem,
que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação,
o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)".
A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro.
"Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca."
Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!),
seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso,
ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta.
Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood,
que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos,
na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70.
E no programa Casseta e Planeta, Urgente! Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima".
Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966,
estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré
("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"),
e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"),
que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva).
E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração,
Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração.
Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos,
o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade
(afinal, "são tantas coisinhas miúdas") .
Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai").
Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal.
"Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe."
Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano,
que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.
E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques.
O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre,
a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral.
Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder,
a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai."
Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia!
O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer,
um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta,
Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente."
E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas,
por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas.
Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida",
cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda.
Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento:
"Amar a DEUS sobre todas as coisas".
Entendeu o espírito da coisa?
Fonte: Internet.
Tem mil e uma utilidades.
É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre
sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas:
gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio.
Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar".
E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado.
Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio.
"E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios"
(Riacho Doce, José Lins do Rego).
Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa
tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta:
"Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já."
E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista:
Oswald de Andrade escreveu a crônica "O Coisa" em 1943.
A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas,
e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais , todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem,
que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação,
o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)".
A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro.
"Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca."
Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.
Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!),
seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso,
ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta.
Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim!
Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood,
que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos,
na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70.
E no programa Casseta e Planeta, Urgente! Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima".
Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966,
estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré
("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"),
e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"),
que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva).
E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração,
Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração.
Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos,
o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas.
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade
(afinal, "são tantas coisinhas miúdas") .
Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai").
Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal.
"Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer coisa doida dentro mexe."
Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano,
que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.
E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques.
O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre,
a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral.
Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder,
a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai."
Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia!
O eleitor já está cheio dessas coisas!
Coisa à toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer,
um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta,
Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente."
E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas,
por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas.
Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida",
cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda.
Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento:
"Amar a DEUS sobre todas as coisas".
Entendeu o espírito da coisa?
Fonte: Internet.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
MAPA MUNDI DIGITAL - IBGE
Mapa Mundi Digital
MAPA MUNDI DIGITAL - IBGE - FANTASTICO
(é PRA GUARDAR)
Até que enfim um bom trabalho de um órgão do governo
MUITO LEGAL...
Esse é prá guardar!
Recentemente o IBGE lançou um mapa-mundi digital,
com síntese, histórico, indicadores sociais, economia,
redes, meio ambiente, entre outras curiosidades,
vale a pena conferir!
Visite http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Albergues e Pousadas
Albergues | Pousadas
Viajando pelo Brasil com qualidade e economia.
O bom de viajar pelo Brasil é que seja qual for o interesse
ou preferência pelo tipo de turismo, tem tudo de sobra. Quer praia?
É o que mais tem. Quer cultura?
Vai faltar tempo pra tanta variedade. Quer tranquilidade e natureza?
Impossível escolher entre tanta opção. Quer agito e diversão?
Haja fôlego pra tanta disposição.
Saiba mais clicando em Albergues e pousadas
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Réveillon 2012 - Ilha de Paquetá.
Paquetá
Palco: Praia da Moreninha
Queima de Fogos
Atrações:
- Império da Tijuca.
- Roda de Samba - Quinta do Pagodinho com Arte de Ser e Lúcio
- Dhema
- Vanda do Terreirão
- Swing e Simpatia
- Bateria da Porto da Pedra.
Fonte: Site da RIOTUR
Praia da Moreninha
Praia da Moreninha
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Maré Cheia de Cultura. Feliz Aniversário Paquetá!
Nesse final de semana,
a Casa de Artes Paquetá
e a Secretaria Municipal de Cultura
promovem mais uma série de atividades
em homenagem a nossa Ilha.
DIARIAMENTE DE 10H ÀS 17H
- EXPOSIÇÃO A HISTÓRIA DE PAQUETÁ
- na Casa de Artes Paquetá
Os eventos são gratuitos e livres
para todas as idades.
PAQUETÁ, PATRIMÔNIO DOS NOSSOS CORAÇÕES!
a Casa de Artes Paquetá
e a Secretaria Municipal de Cultura
promovem mais uma série de atividades
em homenagem a nossa Ilha.
DIARIAMENTE DE 10H ÀS 17H
- EXPOSIÇÃO A HISTÓRIA DE PAQUETÁ
- na Casa de Artes Paquetá
Os eventos são gratuitos e livres
para todas as idades.
PAQUETÁ, PATRIMÔNIO DOS NOSSOS CORAÇÕES!
Bacamarte
O Bacamarte (do francês braquemart)
é uma arma de fogo tosca e curta,
de cano largo e curto (mais alargado na boca),
reforçado na coronha.
É mais conhecido em português nortenho/tripeiro
como nanão ou pila.
é uma arma de fogo tosca e curta,
de cano largo e curto (mais alargado na boca),
reforçado na coronha.
É mais conhecido em português nortenho/tripeiro
como nanão ou pila.
TATURANA
TATURANA
Também conhecida como Manduruvá, Ruga, Mandrová,
a Taturana é um animal perigoso.
Tocando nos seus espinhos,
você pode sentir queimação e outros sintomas
que podem levar até a morte.
É um tipo específico de larva de mariposa,
que tem veneno em seus espinhos.
A Taturana Lonomia mede de 5 a 7 cm,
tem cor marrom-claro-esverdeado
e o dorso é percorrido por faixas longitudinais
de cor castanha-escura,
com manchas amarelo-ocreadas.
Também conhecida como Manduruvá, Ruga, Mandrová,
a Taturana é um animal perigoso.
Tocando nos seus espinhos,
você pode sentir queimação e outros sintomas
que podem levar até a morte.
É um tipo específico de larva de mariposa,
que tem veneno em seus espinhos.
A Taturana Lonomia mede de 5 a 7 cm,
tem cor marrom-claro-esverdeado
e o dorso é percorrido por faixas longitudinais
de cor castanha-escura,
com manchas amarelo-ocreadas.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
A HISTÓRIA DO PRIMEIRO AUTOMÓVEL...
DIA 1 DE OUTUBRO DE 1908:
É LANÇADO O PRIMEIRO CARRO POPULAR DA HISTÓRIA
O norte-americano Henry Ford coloca nas ruas o Ford Modelo T,
feito para o homem comum usar todos os dias.
Com o preço de 850 dólares, foi um sucesso,
vendendo em quase duas décadas
cerca de 15 milhões de automóveis.
Ford Modelo T, conhecido no Brasil como Ford de Bigode,
foi o produto da fábrica norte-americana
que popularizou o automóvel e revolucionou
a indústria automobilística, tanto que foi escolhido
como o Carro do Século XX. Vigésimo projeto da marca,
a partir de 1903, foi produzido por 19 anos
entre os anos de 1908 e 1927.
A fabricação desse modelo ganharia
notável incremento a partir de 1913, quando Henry Ford,
inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt
e das máquinas de costura Singer,
implanta a linha de montagem e a produção em série,
revolucionando a indústria automobilística.
O T era o primeiro carro projetado para a manufatura,
Pode-se afirmar com segurança que a indústria automobilística
começou a partir deste momento, pois, até então,
fabricado artesanalmente, o automóvel ainda era visto
com desconfiança pelos americanos.
Não passava de um brinquedo barulhento, perigoso e caro.
Com estas inovações, em vez de um operário ficar responsável
pela produção de todas as etapas de um carro,
várias pessoas ficavam responsáveis pela produção
de etapas distintas de vários carros.
Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira,
que movimentava o carro em produção em frente aos operários,
para que cada um executasse a sua etapa.
Isto aumentou em muito a produtividade,
pois um carro ficava pronto a cada minuto.
Em conseqüência, o custo de cada unidade caiu
em relação aos concorrentes existentes no mercado.
E a queda de preço foi constante:
em 1908, ano de seu lançamento, a unidade custava US$ 850;
em 1927, último ano de sua fabricação,
o preço havia despencado para US$ 290.
Por estas razões, o T conquistou o público americano
e de outros países. Em 1914 é iniciada sua fabricação na Argentina.
Em 1917, é lançado o caminhão Modelo TT.
Em 1919, a Ford se torna o primeiro fabricante de automóveis no Brasil,
com a produção do carro e do caminhão dessa linha. Em 1920 ,
mais da metade dos veículos que circulavam
ao redor do mundo eram modelos T
e podiam ser vistos até em países distantes como Turquia e Etiópia.
Um Modelo T ainda em atividade no século 21
Fonte: Internet.
É LANÇADO O PRIMEIRO CARRO POPULAR DA HISTÓRIA
O norte-americano Henry Ford coloca nas ruas o Ford Modelo T,
feito para o homem comum usar todos os dias.
Com o preço de 850 dólares, foi um sucesso,
vendendo em quase duas décadas
cerca de 15 milhões de automóveis.
Ford Modelo T, conhecido no Brasil como Ford de Bigode,
foi o produto da fábrica norte-americana
que popularizou o automóvel e revolucionou
a indústria automobilística, tanto que foi escolhido
como o Carro do Século XX. Vigésimo projeto da marca,
a partir de 1903, foi produzido por 19 anos
entre os anos de 1908 e 1927.
A fabricação desse modelo ganharia
notável incremento a partir de 1913, quando Henry Ford,
inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt
e das máquinas de costura Singer,
implanta a linha de montagem e a produção em série,
revolucionando a indústria automobilística.
O T era o primeiro carro projetado para a manufatura,
Pode-se afirmar com segurança que a indústria automobilística
começou a partir deste momento, pois, até então,
fabricado artesanalmente, o automóvel ainda era visto
com desconfiança pelos americanos.
Não passava de um brinquedo barulhento, perigoso e caro.
Com estas inovações, em vez de um operário ficar responsável
pela produção de todas as etapas de um carro,
várias pessoas ficavam responsáveis pela produção
de etapas distintas de vários carros.
Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira,
que movimentava o carro em produção em frente aos operários,
para que cada um executasse a sua etapa.
Isto aumentou em muito a produtividade,
pois um carro ficava pronto a cada minuto.
Em conseqüência, o custo de cada unidade caiu
em relação aos concorrentes existentes no mercado.
E a queda de preço foi constante:
em 1908, ano de seu lançamento, a unidade custava US$ 850;
em 1927, último ano de sua fabricação,
o preço havia despencado para US$ 290.
Por estas razões, o T conquistou o público americano
e de outros países. Em 1914 é iniciada sua fabricação na Argentina.
Em 1917, é lançado o caminhão Modelo TT.
Em 1919, a Ford se torna o primeiro fabricante de automóveis no Brasil,
com a produção do carro e do caminhão dessa linha. Em 1920 ,
mais da metade dos veículos que circulavam
ao redor do mundo eram modelos T
e podiam ser vistos até em países distantes como Turquia e Etiópia.
Um Modelo T ainda em atividade no século 21
Fonte: Internet.
Girafa
Nome científico: Giraffa camelopardalis.
Nome em inglês: Giraffe.
Ordem: Artiodactyla.
Família: Giraffidae.
Habitat: Estepes cobertas de árvores e de moitas,
as conhecidas savanas africanas.
Distribuição geográfica: África.
Características: Tem pescoço comprido,
membros anteriores maiores que os posteriores,
orelhas pontiagudas, cauda terminada num penacho escuro.
Possui de 02 a 05 chifres.
Mede aproximadamente de 3,60 a 4,00 metros,
com 0.90cm a 1,10 m de cauda.
Atinge de 5,0 a 6,10m de altura.
O macho é maior que a fêmea.
Pesa em torno de 950 a 1.300 Kilogramas.
Sua língua preênsil é protátil
e pode atingir 40cm de comprimento.
Apesar de seu enorme pescoço,
possui sete vértebras como os demais mamíferos.
Gestação: Dura cerca de 400 a 450 dias.
Número de filhotes: 01.
Alimentação: Folhas e frutos.
Curiosidades: A girafa dorme de pé e,
só em ocasiões muito especiais,
quando se sentem completamente seguras,
se deitam ao chão para descansar.
O sentido mais bem desenvolvido é o da visão.
Mesmo apresentando órgãos
fonadores perfeitos, a girafa raramente emite sons.
Alerta: Tem sido caçada constantemente e seu habitat
tem sofrido devastação para agricultura.
Nome em inglês: Giraffe.
Ordem: Artiodactyla.
Família: Giraffidae.
Habitat: Estepes cobertas de árvores e de moitas,
as conhecidas savanas africanas.
Distribuição geográfica: África.
Características: Tem pescoço comprido,
membros anteriores maiores que os posteriores,
orelhas pontiagudas, cauda terminada num penacho escuro.
Possui de 02 a 05 chifres.
Mede aproximadamente de 3,60 a 4,00 metros,
com 0.90cm a 1,10 m de cauda.
Atinge de 5,0 a 6,10m de altura.
O macho é maior que a fêmea.
Pesa em torno de 950 a 1.300 Kilogramas.
Sua língua preênsil é protátil
e pode atingir 40cm de comprimento.
Apesar de seu enorme pescoço,
possui sete vértebras como os demais mamíferos.
Gestação: Dura cerca de 400 a 450 dias.
Número de filhotes: 01.
Alimentação: Folhas e frutos.
Curiosidades: A girafa dorme de pé e,
só em ocasiões muito especiais,
quando se sentem completamente seguras,
se deitam ao chão para descansar.
O sentido mais bem desenvolvido é o da visão.
Mesmo apresentando órgãos
fonadores perfeitos, a girafa raramente emite sons.
Alerta: Tem sido caçada constantemente e seu habitat
tem sofrido devastação para agricultura.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
FELIZ ANIVERSÁRIO PAQUETÁ!
Em dezembro de 1555, André Thevet,
da expedição de Villegaignon
que viera fundar a França Antártica,
faz o primeiro registro e descrição de Paquetá,
já com esse nome dado pelos índios.
A Ilha é uma das ocupações mais antigas da cidade.
Sua colonização começa com Estácio de Sá
expulsando os franceses e doando Paquetá,
sob a forma de duas sesmarias,
a dois de seus capitães de combate.
Isso, antes mesmo da fundação
da cidade do Rio de Janeiro, em 1565.
Em dezembro, várias atividades homenageiam a nossa Ilha.
Saiba mais em www.casadeartes.org.
PAQUETÁ, PATRIMÔNIO DOS NOSSOS CORAÇÕES!
da expedição de Villegaignon
que viera fundar a França Antártica,
faz o primeiro registro e descrição de Paquetá,
já com esse nome dado pelos índios.
A Ilha é uma das ocupações mais antigas da cidade.
Sua colonização começa com Estácio de Sá
expulsando os franceses e doando Paquetá,
sob a forma de duas sesmarias,
a dois de seus capitães de combate.
Isso, antes mesmo da fundação
da cidade do Rio de Janeiro, em 1565.
Em dezembro, várias atividades homenageiam a nossa Ilha.
Saiba mais em www.casadeartes.org.
PAQUETÁ, PATRIMÔNIO DOS NOSSOS CORAÇÕES!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
ÁLCOOL GEL
Facílimo de fazer!!!!
Já há muitos lugares onde
não se encontra ÁLCOOL GEL.
Guarde a formula simples
do álcool gel, caso tenha necessidade.
2 folhas de gelatina incolor e sem sabor
(compra-se em qualquer supermercado)
1 copo de água quente
para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Espere esfriar.
Acrescente 12 copos de álcool de 96° graus.
Está pronto o álcool gel de 72° a 75° graus.
E querendo ainda dá para colocar
umas gotas de óleo essencial e ter
álcool gel com cheirinho.
Fonte: Internet.
Deixe um comentário no link abaixo.
Já há muitos lugares onde
não se encontra ÁLCOOL GEL.
Guarde a formula simples
do álcool gel, caso tenha necessidade.
2 folhas de gelatina incolor e sem sabor
(compra-se em qualquer supermercado)
1 copo de água quente
para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Espere esfriar.
Acrescente 12 copos de álcool de 96° graus.
Está pronto o álcool gel de 72° a 75° graus.
E querendo ainda dá para colocar
umas gotas de óleo essencial e ter
álcool gel com cheirinho.
Fonte: Internet.
Deixe um comentário no link abaixo.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
AQUECIMENTO GLOBAL
O Aquecimento Global é um fenômeno climático
de larga extensão. Um aumento da temperatura
média da superfície da Terra que vem acontecendo
nos últimos 150 anos. Entretanto, o significado deste
aumento de temperatura ainda é objeto de muitos
debates entre os cientistas. Causas naturais
ou antropogênicas (provocadas pelo homem)
têm sido propostas para explicar o fenômeno.
O Painel Intergovernamental para
as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas
Nações Unidas e pela Organização Meteorológica
Mundial, no seu relatório de 1988, diz que; o
aquecimento observado durante os últimos anos
se deve muito provavelmente
a um aumento de ”Gases de Estufa“.
Os gases responsáveis pelo ”Efeito Estufa“
(vapor de água, dióxido de carbono, ozônio, CFC's)
absorvem alguma radiação infravermelha emitida
pela superfície da Terra e radiam por sua vez
alguma da energia absorvida de volta para a superfície.
Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia
da atmosfera do que a recebida do Sol,
ficando cerca de 30°C mais quente do que estaria
sem a presença dos ”Gases de Estufa“. Sem esse aquecimento,
a vida, como a conhecemos, não poderia existir.
O problema é que os poluentes atmosféricos
aumentam esse efeito de radiação,
podendo ser os responsáveis pelo aumento
da temperatura média superficial global,
o que já estamos verificando.
Fonte: Internet
Deixe um comentário no link abaixo.
de larga extensão. Um aumento da temperatura
média da superfície da Terra que vem acontecendo
nos últimos 150 anos. Entretanto, o significado deste
aumento de temperatura ainda é objeto de muitos
debates entre os cientistas. Causas naturais
ou antropogênicas (provocadas pelo homem)
têm sido propostas para explicar o fenômeno.
O Painel Intergovernamental para
as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas
Nações Unidas e pela Organização Meteorológica
Mundial, no seu relatório de 1988, diz que; o
aquecimento observado durante os últimos anos
se deve muito provavelmente
a um aumento de ”Gases de Estufa“.
Os gases responsáveis pelo ”Efeito Estufa“
(vapor de água, dióxido de carbono, ozônio, CFC's)
absorvem alguma radiação infravermelha emitida
pela superfície da Terra e radiam por sua vez
alguma da energia absorvida de volta para a superfície.
Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia
da atmosfera do que a recebida do Sol,
ficando cerca de 30°C mais quente do que estaria
sem a presença dos ”Gases de Estufa“. Sem esse aquecimento,
a vida, como a conhecemos, não poderia existir.
O problema é que os poluentes atmosféricos
aumentam esse efeito de radiação,
podendo ser os responsáveis pelo aumento
da temperatura média superficial global,
o que já estamos verificando.
Fonte: Internet
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CÁLCULO VETORIAL
Cálculo vetorial é uma área da matemática
relacionada com a análise real multivariável de vetores,
em duas ou mais dimensões.
Consideramos um campo vetorial, aquele que associa um vetor
a cada ponto do espaço, e um campo escalar o que associa
um escalar a cada ponto do espaço.
Para um melhor entendimento, definimos:
- Campo - É uma região do espaço matemático
onde há grandezas associadas a seus pontos.
Se essas grandezas se mantêm constantes ao longo do tempo,
dizemos que esse campo é estável; se elas têm a mesma direção
em todos os pontos, dizemos que o campo é uniforme;
se elas são iguais em todos os pontos,
dizemos que o campo é homogêneo.
- Escalar - É o nome que se dá a grandezas reais associadas
a pontos do espaço. Não possuem sentido ou direção.
Exemplos: massa, temperatura, densidade.
- Vetores - São objetos ou entes matemáticos constituídos
pela associação de um módulo (ou valor absoluto),
direção e sentido a cada ponto do espaço.
Exemplos: velocidade linear, aceleração,
força, velocidade de rotação.
Graficamente, costuma-se representar o vetor
por uma seta ligando dois pontos do espaço geométrico,
que geralmente são designados com letras maiúsculas
entre parêntesis, ou então com uma letra minúscula
sobreposta de uma pequena seta.
Fonte: Internet.
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relacionada com a análise real multivariável de vetores,
em duas ou mais dimensões.
Consideramos um campo vetorial, aquele que associa um vetor
a cada ponto do espaço, e um campo escalar o que associa
um escalar a cada ponto do espaço.
Para um melhor entendimento, definimos:
- Campo - É uma região do espaço matemático
onde há grandezas associadas a seus pontos.
Se essas grandezas se mantêm constantes ao longo do tempo,
dizemos que esse campo é estável; se elas têm a mesma direção
em todos os pontos, dizemos que o campo é uniforme;
se elas são iguais em todos os pontos,
dizemos que o campo é homogêneo.
- Escalar - É o nome que se dá a grandezas reais associadas
a pontos do espaço. Não possuem sentido ou direção.
Exemplos: massa, temperatura, densidade.
- Vetores - São objetos ou entes matemáticos constituídos
pela associação de um módulo (ou valor absoluto),
direção e sentido a cada ponto do espaço.
Exemplos: velocidade linear, aceleração,
força, velocidade de rotação.
Graficamente, costuma-se representar o vetor
por uma seta ligando dois pontos do espaço geométrico,
que geralmente são designados com letras maiúsculas
entre parêntesis, ou então com uma letra minúscula
sobreposta de uma pequena seta.
Fonte: Internet.
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