Assim se consertam as fraturas:
Tecnicas de cirurgia ortopédica em animação.
Clique e Amplie a Tela:
deixe um comentário no link abaixo.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Vamos cercar o gato?
Tente cercar o gato -
É VICIANTE E BOM PRA CABEÇA
Vá clicando nos círculos mais claros,
eles ficarão mais escuros.
O objetivo é cercar o gato;
Não deixá-lo sair das bolinhas.
Para começar, clique aqui.
Uma boa maneira de fazer o cérebro funcionar
E PREVENIR ALZHEIMER ...
Deixe um comentário no link abaixo
É VICIANTE E BOM PRA CABEÇA
Vá clicando nos círculos mais claros,
eles ficarão mais escuros.
O objetivo é cercar o gato;
Não deixá-lo sair das bolinhas.
Para começar, clique aqui.
Uma boa maneira de fazer o cérebro funcionar
E PREVENIR ALZHEIMER ...
Deixe um comentário no link abaixo
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
O Símbolo @ (arroba)
Durante a Idade Média
os livros eram escritos à mão pelos copistas.
Precursores dos taquígrafos,
os copistas simplificavam seu trabalho
substituindo letras, palavras e nomes próprios
por símbolos, sinais e abreviaturas.
Não era por economia de esforço
nem para o trabalho ser mais rápido
(tempo era o que não faltava, naquela época!).
O motivo era de ordem econômica:
tinta e papel eram valiosíssimos.
Assim, surgiu o til (~),
para substituir o m ou n que nasalizava a vogal anterior.
Se reparar bem, você verá
que o til é um enezinho sobre a letra.
O nome espanhol Francisco, também grafado Phrancisco,
foi abreviado para Phco e Pco – o que explica, em Espanhol,
o apelido Paco, comum a quase todo Francisco.
Ao citarem os santos, os copistas os identificavam
por algum detalhe significativo de suas vidas.
O nome de São José, por exemplo,
aparecia seguido de Jesus Christi Pater Putativus,
ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo.
Mais tarde, os copistas passaram
a adotar a abreviatura JHS PP, e depois,
simplesmente, PP. A pronúncia dessas letras
em sequência explica por que José,
em Espanhol, tem o apelido de Pepe.
Já para substituir a palavra latina et (e),
eles criaram um símbolo que resulta
do entrelaçamento dessas duas letras: o &,
popularmente conhecido como e comercial em Português,
e ampersand, em Inglês, junção de and (e, em Inglês),
per se (por si, em Latim) e and.
E foi com esse mesmo recurso de entrelaçamento
de letras que os copistas criaram o símbolo @,
para substituir a preposição latina ad, que tinha,
entre outros, o sentido de casa de.
Foram-se os copistas, veio a imprensa
- mas os símbolos @ e & continuaram firmes
nos livros de contabilidade.
O @ aparecia entre o número de unidades
da mercadoria e o preço. Por exemplo:
o registro contábil 10@£3 significava
10 unidades ao preço de 3 libras cada uma.
Nessa época, o símbolo @ significava,
em Inglês, at (a ou em).
No século XIX, na Catalunha (nordeste da Espanha),
o comércio e a indústria procuravam imitar
as práticas comerciais e contábeis dos ingleses.
E, como os espanhóis desconheciam o sentido
que os ingleses davam ao símbolo @ (a ou em),
acharam que o símbolo devia ser uma unidade de peso.
Para isso contribuíram duas coincidências:
1 - A unidade de peso comum para os espanhóis
na época era a arroba, cuja inicial
lembra a forma do símbolo;
2 - Os carregamentos desembarcados vinham
frequentemente em fardos de uma arroba.
Por isso, os espanhóis interpretavam
aquele mesmo registro de 10@£3 assim:
dez arrobas custando 3 libras cada uma.
Então, o símbolo @ passou a ser usado
por eles para designar a arroba.
O termo arroba vem da palavra árabe ar-ruba,
que significa a quarta parte: uma arroba
( 15 kg , em números redondos)
correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe,
o quintar, que originou o vocábulo português quintal,
medida de peso que equivale a 58,75 kg.
As máquinas de escrever, que começaram
a ser comercializadas na sua forma definitiva
há dois séculos, mais precisamente em 1874,
nos Estados Unidos
(Mark Twain foi o primeiro autor
a apresentar seus originais datilografados),
trouxeram em seu teclado o símbolo @,
mantido no de seu sucessor - o computador.
Então, em 1972, ao criar o programa
de correio eletrônico (o e-mail),
Roy Tomlinson usou o símbolo @ (at),
disponível no teclado dessa máquina,
entre o nome do usuário e o nome do provedor.
E foi assim que Fulano@Provedor X
ficou significando Fulano no provedor X.
Na maioria dos idiomas, o símbolo @
recebeu o nome de alguma coisa parecida
com sua forma: em Italiano, chiocciola (caracol);
em Sueco, snabel (tromba de elefante);
em Holandês, apestaart (rabo de macaco).
Em alguns, tem o nome de certo doce de forma circular:
shtrudel, em iídisch; strudel, em alemão; pretzel,
em vários outros idiomas europeus.
No nosso, manteve sua denominação original: arroba.
Fonte: Maria Aparecida Legg Silveira
Deixe um comentário no link abaixo
os livros eram escritos à mão pelos copistas.
Precursores dos taquígrafos,
os copistas simplificavam seu trabalho
substituindo letras, palavras e nomes próprios
por símbolos, sinais e abreviaturas.
Não era por economia de esforço
nem para o trabalho ser mais rápido
(tempo era o que não faltava, naquela época!).
O motivo era de ordem econômica:
tinta e papel eram valiosíssimos.
Assim, surgiu o til (~),
para substituir o m ou n que nasalizava a vogal anterior.
Se reparar bem, você verá
que o til é um enezinho sobre a letra.
O nome espanhol Francisco, também grafado Phrancisco,
foi abreviado para Phco e Pco – o que explica, em Espanhol,
o apelido Paco, comum a quase todo Francisco.
Ao citarem os santos, os copistas os identificavam
por algum detalhe significativo de suas vidas.
O nome de São José, por exemplo,
aparecia seguido de Jesus Christi Pater Putativus,
ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo.
Mais tarde, os copistas passaram
a adotar a abreviatura JHS PP, e depois,
simplesmente, PP. A pronúncia dessas letras
em sequência explica por que José,
em Espanhol, tem o apelido de Pepe.
Já para substituir a palavra latina et (e),
eles criaram um símbolo que resulta
do entrelaçamento dessas duas letras: o &,
popularmente conhecido como e comercial em Português,
e ampersand, em Inglês, junção de and (e, em Inglês),
per se (por si, em Latim) e and.
E foi com esse mesmo recurso de entrelaçamento
de letras que os copistas criaram o símbolo @,
para substituir a preposição latina ad, que tinha,
entre outros, o sentido de casa de.
Foram-se os copistas, veio a imprensa
- mas os símbolos @ e & continuaram firmes
nos livros de contabilidade.
O @ aparecia entre o número de unidades
da mercadoria e o preço. Por exemplo:
o registro contábil 10@£3 significava
10 unidades ao preço de 3 libras cada uma.
Nessa época, o símbolo @ significava,
em Inglês, at (a ou em).
No século XIX, na Catalunha (nordeste da Espanha),
o comércio e a indústria procuravam imitar
as práticas comerciais e contábeis dos ingleses.
E, como os espanhóis desconheciam o sentido
que os ingleses davam ao símbolo @ (a ou em),
acharam que o símbolo devia ser uma unidade de peso.
Para isso contribuíram duas coincidências:
1 - A unidade de peso comum para os espanhóis
na época era a arroba, cuja inicial
lembra a forma do símbolo;
2 - Os carregamentos desembarcados vinham
frequentemente em fardos de uma arroba.
Por isso, os espanhóis interpretavam
aquele mesmo registro de 10@£3 assim:
dez arrobas custando 3 libras cada uma.
Então, o símbolo @ passou a ser usado
por eles para designar a arroba.
O termo arroba vem da palavra árabe ar-ruba,
que significa a quarta parte: uma arroba
( 15 kg , em números redondos)
correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe,
o quintar, que originou o vocábulo português quintal,
medida de peso que equivale a 58,75 kg.
As máquinas de escrever, que começaram
a ser comercializadas na sua forma definitiva
há dois séculos, mais precisamente em 1874,
nos Estados Unidos
(Mark Twain foi o primeiro autor
a apresentar seus originais datilografados),
trouxeram em seu teclado o símbolo @,
mantido no de seu sucessor - o computador.
Então, em 1972, ao criar o programa
de correio eletrônico (o e-mail),
Roy Tomlinson usou o símbolo @ (at),
disponível no teclado dessa máquina,
entre o nome do usuário e o nome do provedor.
E foi assim que Fulano@Provedor X
ficou significando Fulano no provedor X.
Na maioria dos idiomas, o símbolo @
recebeu o nome de alguma coisa parecida
com sua forma: em Italiano, chiocciola (caracol);
em Sueco, snabel (tromba de elefante);
em Holandês, apestaart (rabo de macaco).
Em alguns, tem o nome de certo doce de forma circular:
shtrudel, em iídisch; strudel, em alemão; pretzel,
em vários outros idiomas europeus.
No nosso, manteve sua denominação original: arroba.
Fonte: Maria Aparecida Legg Silveira
Deixe um comentário no link abaixo
Assinar:
Postagens (Atom)