O Dia da Árvore. A "Maria Gorda" da Ilha de Paquetá

O BAOBÁ é uma árvore que vive de três a seis mil anos,
originária da África, onde é considerada sagrada.
É a árvore nacional de Madagascar e o emblema nacional do Senegal.
Representa preservação e é objeto de cultos religiosos.
É citada pelo escritor francês Antoine de Saint Exupéry
em seu mais famoso romance ‘O Pequeno Príncipe’.



Bernard de Jussieu, médico e botânico francês (1699-1777),
deu-lhe o nome Adansonia em homenagem a Michel Adanson (1727-1806),
botânico e explorador conterrâneo,
que primeiro a descreveu quando encontrada no Senegal.

É uma árvore curiosa que chega a alcançar até 25 metros de altura
com um tronco cujo diâmetro pode chegar a mais de 7 metros,
com a capacidade de armazenar
até 120.000 litros de água dentro de seu tronco.

No Brasil, são poucos os exemplares de baobá,
todos trazidos pelos sacerdotes africanos e plantados
em locais específicos para o culto das religiões
de seu continente de origem.

Segundo o Wikipédia, existem no estado do Rio de Janeiro
apenas cinco exemplares de baobá:
um no Passeio Público, um no Jardim Botânico do Rio de Janeiro,
outro no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas
na altura da Av. Borges de Medeiros 3000,
mais um no pátio do Museu Histório de Quissamã,
na antiga Fazenda Quissamã em Macaé,
e o último na Ilha de Paquetá (Fonte Wikipédia).
Está plantado na Praia dos Tamoios.

Por estas particularidades, este baobá é, com certeza, a mais notável,
famosa e visitada árvore da Ilha de Paquetá,
merecedora inclusive de ser reproduzida em postal
com seu carinhoso nome “Maria Gorda’ mostrado em placa ao seu pé.

Autor do Texo: Ney Dantas
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